Valber Gregory
Sobre este site
Música, livros, cinema e territórios — a cultura vista pela economia, pela história e pelos dados.

Este site fala e cuida da Economia da Cultura e do Entretenimento. Aqui faço críticas econômicas e jurídicas sobre situações diversas e destaco situações culturais em nível local, regional, nacional e internacional.
Toda semana publico um texto novo. Também é o lugar das músicas que gravo e das críticas de livros e de cinema.
Como o site funciona
Tudo fica em uma única página: os textos semanais, acrítica de livros, filmes, séries, quadrinhos, discos, espetáculos e exposições, a música (gravações com letra e ficha técnica, e fotos) e os destaques culturais em nível local, regional, nacional e internacional. O arquivo reúne tudo em ordem cronológica, e cada publicação tem o próprio endereço para compartilhar.
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Quem escreve
Meu nome é Valber Gregory. Minha relação pessoal com a cultura passa especialmente pela música — e me apresento como um músico totalmente amador, nada mais do que um entusiasta envergonhado. Tenho formação básica em escola de música e nunca tive a pretensão de construir uma carreira artística: a música sempre esteve presente na minha vida como espaço de curiosidade, convivência, aprendizado e diversão.
Entre 2001 e 2007, toquei em algumas bandas do cenário underground de Maceió, entre elas Slive e Heimdall, que depois passou a se chamar Mater Sin, além de vários projetos particulares — transitando por grunge, pós-grunge, punk, metal, black metal e outras vertentes do rock'n'roll. Toquei guitarra e violão, mas foi pelo baixo que criei um carinho especial. Depois de alguns anos afastado, voltei a tocar entre 2016 e 2017 com Arthur Magalhães e Ramiro Júnior. Hoje estou novamente longe da prática musical, por falta de tempo, mas continuo acompanhando o cenário — e espero retomar em breve esse hobby, sem grandes pretensões, apenas pelo prazer de tocar, aprender e preservar uma dimensão da vida que sempre me foi muito próxima.
Essa passagem pelo cenário independente me mostrou como a produção cultural depende de redes de colaboração, pequenos empreendedores, casas de eventos, técnicos, artistas e públicos dispostos a manter vivas manifestações que nem sempre encontram apoio institucional ou retorno financeiro. É com esse olhar — e com o da economia, da história e dos dados — que escrevo aqui. A história completa está no texto de abertura.
Opinião, direitos e uso
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Textos, músicas, fotografias e demais conteúdos deste site são de autoria de Valber Gregory Barbosa Costa Bezerra Santos e não podem ser reproduzidos, copiados, adaptados ou utilizados, no todo ou em parte, sem autorização expressa do autor.
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