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Pergunta de pesquisa

Modelos globais de previsão, reconciliados de forma coerente na hierarquia município–UF–região–Brasil, preveem a geografia do Pix melhor do que modelos locais — e em quais territórios a previsão é menos confiável?

Motivação

O Pix mudou a economia dos pagamentos no Brasil em poucos anos, mas a adoção não foi uniforme no território. Prever seu volume por município importa para bancos, comércio e políticas de inclusão financeira, e a coerência entre níveis geográficos evita previsões locais que não somam ao total nacional.

Dados

  • Estatísticas mensais do Pix por município (dados abertos do Banco Central do Brasil), nov/2020 em diante
  • Malha municipal do IBGE e hierarquia município–UF–região–Brasil

Metodologia

  • Geografia temporalmente estável e painel município-mês com hashes e metadados do snapshot
  • Modelos globais de previsão avaliados por origem móvel (rolling origin) contra baselines
  • Reconciliação hierárquica coerente e métricas de erro escaladas (MASE/RMSSE)
  • Testes de quebras estruturais e análise de heterogeneidade da confiabilidade preditiva

Limitações

  • Estágio inicial — extração, descritivas e quebras estruturais executadas; modelos globais ainda não estimados.
  • A disponibilidade e o contrato da API do Banco Central são externos ao projeto; o snapshot usado no artigo será congelado com hash.

Implicações

  • Previsões territorialmente coerentes para planejamento de serviços financeiros e políticas de inclusão.

Produtos aplicados previstos (possível extensão, sujeita a registro)

  • Painel municipal de difusão do Pix e mapas de confiabilidade preditiva