Série temática · 9 publicações
Economia da Informação e Economia de Redes
Bens de informação, efeitos de rede, plataformas, monetização e regulação.
Economia, Direito, dados e tecnologia para compreender decisões, mercados e territórios.
Textos de divulgação escritos pelo autor a partir de suas áreas de ensino e pesquisa, na interseção entre Economia, Direito, Sistemas de Informação, dados e econometria, inovação pública, desenvolvimento territorial, Economia Marítima e Economia Pesqueira. Conteúdo pessoal; não constitui manifestação da UFAL nem do TJAL.
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Série temática · 9 publicações
Bens de informação, efeitos de rede, plataformas, monetização e regulação.
Série temática · 10 publicações
O mar como infraestrutura econômica para portos, rotas, pesca, economia azul e sistemas de informação.
Economia da Informação e Economia de Redes · Parte 1
Com dados, conhecimento e redes criamos valor.
A Economia da Informação estuda como informação e conhecimento influenciam decisões, mercados, contratos e formas de organização produtiva. Na economia digital, a informação deixa de ser recurso auxiliar e vira ativo econômico, insumo produtivo e fonte de poder.
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Economia da Informação e Economia de Redes · Parte 2
Dados, conhecimento e sistemas alteram escolhas.
Decisões econômicas dependem das informações disponíveis. Quando as partes sabem coisas diferentes, surgem seleção adversa, risco moral, desconfiança e contratos ineficientes, e os Sistemas de Informação podem reduzir ou concentrar essas assimetrias.
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Economia da Informação e Economia de Redes · Parte 3
Copiar informação custa quase zero.
Um bem físico é rival; a informação e muitos bens digitais, não. O custo inicial de produção pode ser alto, mas a cópia adicional custa quase nada, e isso muda a precificação e favorece assinaturas, publicidade, licenciamento, versionamento, pacotes e freemium.
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Economia da Informação e Economia de Redes · Parte 4
Mais usuários. Mais conexões. Mais valor.
Efeitos de rede acontecem quando o valor de um produto cresce à medida que mais pessoas o usam, diretamente, como nos aplicativos de mensagens, ou de forma cruzada, quando um grupo atrai outro. O desafio das plataformas é alcançar massa crítica.
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Economia da Informação e Economia de Redes · Parte 5
Uma plataforma conecta diferentes grupos.
Plataformas multilaterais aproximam grupos que precisam uns dos outros, consumidores e vendedores, passageiros e motoristas, desenvolvedores e usuários. O valor de cada lado depende do outro, o que cria o problema do "ovo e da galinha" e justifica subsídios cruzados.
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Economia da Informação e Economia de Redes · Parte 6
Um produto. Diferentes níveis de valor.
Versionamento é oferecer versões diferentes do mesmo produto para públicos com necessidades e disposições a pagar distintas, variando funcionalidade, capacidade, suporte, segurança ou número de usuários, sem desenvolver produtos independentes.
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Economia da Informação e Economia de Redes · Parte 7
Vários serviços. Uma única oferta.
Bundling é o agrupamento de produtos ou serviços em um único pacote, que costuma custar menos do que os componentes separados, aumenta o valor percebido, eleva a permanência no ecossistema e dificulta a concorrência de quem oferece uma solução isolada.
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Economia da Informação e Economia de Redes · Parte 8
Acesso gratuito. Recursos avançados pagos.
O freemium combina uma versão básica gratuita com planos pagos. A versão gratuita reduz a barreira de entrada e ajuda a alcançar massa crítica; a sustentabilidade depende da conversão, do custo da base gratuita e de uma diferença clara de valor entre os planos.
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Economia da Informação e Economia de Redes · Parte 9
Inovação com concorrência e direitos.
Efeitos de rede, economias de escala, controle de dados e custos marginais baixos favorecem a concentração nos mercados digitais. O desafio regulatório vai além do preço, envolve dados, atenção, portabilidade, interoperabilidade, dependência do fornecedor, privacidade e transparência algorítmica.
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Economia Marítima e Economia Pesqueira · Parte 1
O mar conecta produção, trabalho e território.
A Economia Marítima e a Economia Pesqueira estudam atividades que usam o mar e seus recursos como base produtiva, logística e social, transporte, portos, pesca, processamento, energia, comércio, ciência, monitoramento e comunidades tradicionais.
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Economia Marítima e Economia Pesqueira · Parte 2
Muito além dos navios.
A Economia Marítima abrange, além do transporte, a infraestrutura portuária, a construção naval, a logística, a pesca e a aquicultura, a energia offshore, a tecnologia e os serviços das zonas costeiras, atividades que afetam empregos, preços, exportações, segurança alimentar e desenvolvimento regional.
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Economia Marítima e Economia Pesqueira · Parte 3
O mar organiza cadeias globais.
Grande parte do comércio internacional depende do transporte marítimo. Distâncias, capacidade dos portos, combustível, tempo de viagem, seguros e gargalos influenciam o preço final dos produtos, e uma interrupção em uma passagem estratégica afeta cadeias produtivas em vários países.
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Economia Marítima e Economia Pesqueira · Parte 4
Infraestrutura que conecta territórios.
Um porto eficiente reduz custos, facilita exportações, atrai investimentos e estimula atividades logísticas e industriais. Mas seu impacto no território depende da integração com rodovias, ferrovias, sistemas de informação, planejamento urbano e políticas ambientais, e das externalidades que ele gera.
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Economia Marítima e Economia Pesqueira · Parte 5
Crescer sem degradar.
A Economia Azul procura compatibilizar as atividades econômicas ligadas ao mar com a conservação ambiental e o bem-estar das comunidades. O valor produzido pelos oceanos depende de ecossistemas saudáveis, a sustentabilidade é condição para a continuidade da renda, não um objetivo isolado.
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Economia Marítima e Economia Pesqueira · Parte 6
Escalas diferentes. Políticas diferentes.
A pesca artesanal depende mais do território, usa embarcações menores e pesa na renda e na segurança alimentar local; a industrial opera em maior escala, com mais capital, tecnologia e logística. Diferenças de escala, custo e impacto exigem políticas específicas, uma regra única produz efeitos desiguais.
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Economia Marítima e Economia Pesqueira · Parte 7
Rival no uso. Difícil exclusão.
Os estoques pesqueiros são o exemplo clássico de recurso de uso comum, é difícil impedir o acesso, mas o peixe capturado por um deixa de estar disponível para os outros. Sem regras, cada pescador tem incentivo a aumentar o esforço, e o resultado pode ser sobrepesca e perda de renda.
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Economia Marítima e Economia Pesqueira · Parte 8
Pescar mais nem sempre gera mais valor.
A bioeconomia da pesca integra a dinâmica biológica dos estoques ao comportamento econômico dos pescadores. Quando o esforço cresce demais, o estoque cai e cada viagem captura menos, mais barcos, horas e combustível não garantem mais produção ou renda.
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Economia Marítima e Economia Pesqueira · Parte 9
Qualidade em toda a cadeia. Peixe de valor no prato.
A cadeia do pescado não termina na captura. O valor depende da integração entre captura, desembarque, refrigeração, transporte, processamento, comercialização e consumo, e falhas na cadeia de frio geram desperdício, perda de qualidade, preços menores para o pescador e riscos à segurança alimentar.
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Economia Marítima e Economia Pesqueira · Parte 10
Tecnologia, governança e conhecimento local.
A gestão pesqueira depende de informação confiável sobre estoques, capturas, esforço, localização, oceano, clima, preços e comunidades. Sistemas de Informação podem integrar desembarques, rastreamento de embarcações, sensoriamento remoto e dados locais, desde que combinados com governança, proteção de dados e participação dos pescadores.
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